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quinta-feira, setembro 08, 2011

DESFILE ALUSIVO À SEMANA DA PÁTRIA



            A 5ª Delegacia regional Penitenciária, Presídio regional de Pelotas e de Canguçu, na saída para o desfile alusivo à semana da pátria na Avenida Bento Gonçalves, representando a SUSEPE e os demais Presídio que compõem a 5ª região Penitenciária da Zona sul do Estado, além disso, apresentando a população algumas das novas Viaturas recebidas para escolta e transporte de apenados e cumprimento eficaz das demandas diárias inerentes à função da Instituição.
Parabéns pelo imenso senso de patriotismo e espírito de corpo demonstrado pelos Servidores Penitenciários!!!

segunda-feira, setembro 05, 2011



online

MÚSICA, ARTE E CULTURA SÃO LEVADAS ATÉ O PRESÍDIO REGIONAL DE PELOTAS

Festival de Inverno inaugura programação no presídio


Olhos e ouvidos atentos para não perder o compasso. Ao som de Música Popular Brasileira, o Festival de Inverno de Pelotas inaugurou sua programação no Presídio Regional da cidade (PRP). Cerca de 35 detentas acompanharam as apresentações do Circuito Mambembe, que integrou música e teatro na manhã fria desta sexta-feira (5).

Janete Flores deu início à programação às 9h30min. A apresentação de voz e violão animou o público da galeria feminina, que ecoou um coro de vozes no PRP. Acalmar os corações e aproximar as detentas da arte e do mundo externo era a principal meta da coordenadora do Festival de Inverno de Pelotas, Aline Maciel, que também interpretou o monólogo O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, adaptado de Jorge Amado.

Entre risos e momentos de silêncio, as detentas acompanharam as intervenções artísticas com curiosidade e alegria de serem expostas a estímulos externos e culturais. Esta foi a primeira vez que Aline realizou uma apresentação no presídio e a emoção foi explícita ao concluir a triste fábula de amor.

                                       35 dtentas acompanharam as apresentações


O Festival de Inverno de Pelotas ocorre até o dia 10 de agosto e contará com artistas convidados que apresentarão seus trabalhos em locais de relevância na cena cultural pelotense, com ou sem cobrança de ingresso. Além de apresentações artísticas, estão previstas oficinas destinadas a estudantes e profissionais das áreas, bem como a grupos de baixa renda que tenham ações artístico-culturais como foco de sua atuação.

PRESÍDIO REGIONAL DE PELOTAS IMPLANTA O SISTEMA INFOPEN



Sistema Integrado de Informações Penitenciárias - InfoPen








Nesta semana corrente de agosto de 2011, fazendo parte do processo de modificações e inovações positivas e contínuas, foi implantado no Presídio Regional de Pelotas, pela SUSEPE através da 5ª Delegacia Regional Penitenciária e da Administração Geral e equipe, o Sistema Integrado de Informações Penitenciárias - INFOPEN, conforme especificações, objetivos e benefícios em anexo, o que facilitará o trabalho integrado desta Unidade Prisional com os sistemas Estadual e Nacional de segurança pública nas mais diversas tomadas de decisões. Os Servidores Penitenciários do Presídio de Pelotas operarão de tal importante sistema e para isso, a fim de capacitação e valorização profissional, receberam treinamento pelo Agente Penitenciário instrutor Anderson Prochenow, vindo da Divisão de Controle Legal e movimentações de apenados, com sede no Òrgão Central da SUSEPE em Porto Alegre



O InfoPen é um programa de computador (software) de coleta de Dados do Sistema Penitenciário no Brasil, para a integração dos órgãos de administração penitenciária de todo Brasil, possibilitando a criação dos bancos de dados federal e estaduais sobre os estabelecimentos penais e populações penitenciárias. É um mecanismo de comunicação entre os órgãos de administração penitenciária e demais sistemas de dados de segurança pública, criando “pontes estratégicas” para os órgãos da execução penal, possibilitando a execução de ações articuladas dos agentes na proposição de políticas públicas.

Objetivo

Oferecer informações confiáveis, subsidiárias à administração do Sistema Penitenciário Estadual e Nacional para o direcionamento de políticas públicas neste mesmo âmbito, através do cadastramento e identificação eletrônica da população de apenados. O processo de cadastramento envolve aquisição das informações textuais, fotos e impressões digitais.

Realizar o controle digital de acesso (entrada/saída) dos visitantes e apenados, mediante o confronto das impressões digitais.



Objetivos Específicos

Interligar todos os estabelecimentos prisionais (estaduais e federais) com o Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça e demais sistemas de controle de dados relacionados a segurança pública. Obter um panorama atualizado sobre a situação prisional e processual dos presos e Internados no território brasileiro. Processar outros informes estratégicos que nortearão a adoção de posturas públicas dentro do contexto penitenciário e das tomadas de decisões da administração penitenciária.

Benefícios

• Maior eficiência e visibilidade no acompanhamento das penas, dos presos e da realidade de cada estabelecimento de execução penal.

• Cadastro único de instituições, de presos, de servidores, advogados e visitantes.

• Suprir de informações o processo de tomada de decisão penitenciária e ações de inteligência e de contra-inteligência penitenciária.














































































domingo, julho 31, 2011

NOTÍCIAS DA REGIÃO SUL DO ESTADO

Bloco A do Hospital Nossa Senhora Aparecida recebe reforma


Fechado desde outubro de 2010 para reforma, foi reaberto na sexta-feira (08), o Bloco A do Hospital Nossa Senhora Aparecida, as lideranças do Município, não mediram esforços para que isso se tornasse realidade. Uma grande força conjunta foi montada no sentido de arrecadar doações para a reforma e melhora das instalações do Hospital.



Na revitalização do Bloco A, foram investidos R$331.083,54 na obra, que inclui, a reforma do bloco, troca de mobília, roupas de cama e pintura completa. O recurso foi oriundo de economias do Hospital, arrecadadas no 1º Leilão de Artes Beneficente da Funbeca, em outubro de 2008 e também de doações em dinheiro e materiais da comunidade camaquense. Em 16 apartamentos, foram disponibilizados 24 leitos para internações de convênios e particulares. Também, na oportunidade foi reaberto o horário oficial de visitas a pacientes, sendo das 9h às 20h, todos os dias da semana.



Conforme Antônio Omar Machado, presidente da Funbeca, dentro de aproximadamente 90 dias o Hospital estará concluindo também a reforma de 500 m² do Bloco Cirúrgico, com 5 modernas salas cirúrgicas, uma sala com 8 leitos de recuperação e salas de apoio. “Com esta nova estrutura o Hospital fica apto a receber o projeto de uma Unidade de Tratamento Intensivo - UTI para 10 leitos”, ressaltou. Ele ainda aproveitou para deixar os mais sinceros agradecimentos, a todos os colaboradores pelo empenho e cooperação para que o Hospital de Camaquã e Região, possa atender os pacientes de maneira digna.










CUIDADOS NO TRÂNSITO

Chega a 15 o número de mortos em acidentes de trânsito no RS neste final de semana

Desde o meio-dia de sexta-feira foram registradas 13 ocorrências com vítimas fatais



Pelo menos 14 pessoas perderam a vida em acidentes de trânsito no Rio Grande do Sul neste final de semana. Desde o meio-dia de sexta-feira foram registradas 12 ocorrências com vítimas fatais em ruas e rodovias de municípios gaúchos.



Na manhã deste domingo, uma colisão frontal entre um carro e uma carreta na RSC-453, na Serra, matou um motorista nas proximidades do Hotel Farina. Renan Negber Bongiorno, 19 anos, conduzia um Gol com placas de Bento Gonçalves no sentido Farroupilha-Garibaldi, quando colidiu com uma carreta, placas de Lajeado, que trafegava no sentido contrário. Com a batida, o Gol foi arremessado para fora da rodovia e a carreta tombou. O jovem que conduzia o carro ficou preso nas ferragens, foi socorrido pelos Bombeiros de Garibaldi e encaminhado ao hospital Tacchini, de Bento Gonçalves, onde acabou morrendo. O motorista da carreta não ficou ferido.



Ainda nesta madrugada, um acidente no km 125 da BR-471, em Santa Cruz do Sul, matou uma pessoa e deixou outra em estado grave. As duas vítimas estavam em uma motocicleta que colidiu com um carro modelo Golf. A vítima fatal foi identificada como Cristiano da Cruz Gomes, de 24 anos.



Veja o resumo das outras ocorrências com vítimas fatais neste final de semana:



Domingo:

RS-126, em Sananduva: Uma mulher morreu durante a madrugada em um acidente em Sananduva, no norte do Estado. Aline Schenatto, de 22 anos, conduzia uma caminhonete S-10 quando teria perdido o controle do veículo no Km 122 da rodovia. O acidente ocorreu por volta de 5h. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, a jovem saiu da pista e colidiu contra uma árvore. Com a força do impacto, a condutora ficou presa às ferragens. Ela foi resgatada pela ambulância do Samu, mas morreu enquanto recebia os primeiros atendimentos no Hospital São João, em Sananduva.



Sábado:

RS-208, em Machadinho: Um acidente entre uma moto e um carro matou um motociclista em Machadinho, no norte no Estado. Segundo o Comando Rodoviário da Brigada Militar de Passo Fundo, a colisão ocorreu por volta de 17h. O condutor da moto, Joacir Paganin, de 48 anos, morreu na hora.

Quaraí: Mário de Castro, de 49 anos, morreu atropelado na tarde deste sábado em Quaraí, na Fronteira Oeste. O acidente foi por volta 14h30min. Segundo a polícia, ele andava a cavalo pela cidade quando foi atingido por um ônibus. O animal teria se assustado e invadido a pista. O homem chegou a ser levado para o hospital de caridade de Quaraí, mas não resistiu aos ferimentos.

Santo Ângelo: Felipe Rossi, 19 anos, morreu após perder o controle do carro, bater na ponte do Rio Itaquarinchim e, em seguida, colidir com um poste, em Santo Ângelo, na região das Missões. Conforme a Brigada Militar, o acidente ocorreu por volta da 1h.

RS-153, em Santa Cruz: Um incêndio provocado pela colisão frontal entre dois veículos na rodovia Santa Cruz - Vera Cruz (ERS-153), no Vale do Rio Pardo, causou a morte de Fabiano Rogério Hermes, por volta das 4h deste sábado. O homem estava dentro de um Chevette que pegou fogo.

RS-486, em Itati: Um homem foi atropelado por um ônibus de linha regular após desembarcar do veículo, quando tentava fazer a travessia da pista na localidade de Bananeiras, em Itati, no Litoral Norte. Segundo informações do Comando Rodoviário da Brigada Militar, a vítima foi identificada como Hermínio Hoffmann e tinha 53 anos de idade.

RS-101, em Mostardas: Um caminhão com placas de Divinópolis (MG) capotou no início da tarde deste sábado no km 111 da rodovia, na localidade de Cacimbas, em Mostardas, no sul do Estado. Segundo o Comando Rodoviário da Brigada Militar, pelos vestígios encontrados no local o veículo se deslocava no sentido Mostardas-Palmares do Sul quando o motorista teria perdido o controle da direção. Flávio Luiz Pereira, de 33 anos, morreu no local.



BR-290, em Porto Alegre: Um acidente na madrugada matou Luis Felipe da Silva, 22 anos. Por volta das 4h30min, o Voyage conduzido por ele saiu da pista e capotou na freeway, no km 92, sentido Capital-Interior. O condutor foi encaminhado ao Hospital Cristo Redentor, na Capital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na manhã de sábado.


Sexta-feira:

RS-324, em Gramado dos Loureiros: Um acidente matou três pessoas na tarde de sexta-feira na rodovia Gramado dos Loureiros-Trindade do Sul (ERS-324), em Gramado dos Loureiros, no norte do Estado. A colisão ocorreu por volta das 13h30min no assentamento Novo Gramado. Segundo o Batalhão Rodoviário da Brigada Militar de Nonoai, um Gol com placas de Trindade do Sul perdeu o controle em uma reta, invadiu a pista contrária e foi atingido no lado do passageiro por uma van com placas de Chapecó (SC). Chovia na hora do acidente. Os três ocupantes do Gol morreram no local. Eles foram identificados como Valdecir Domingues, 26 anos, o pai dele, Moacir da Silva Domingues, 50 anos, e Mário Telmo Jacobs, 53 anos. Seis pessoas estavam na van e ficaram feridas sem gravidade.

RS-453, em Farroupilha: Antônio Vilso da Luz, 43 anos, foi atropelado por um caminhão e morreu na noite de sexta-feira em Farroupilha. O acidente foi por volta das 19h30min no km 109 da RSC-453, em Linha Burati.

Santa Maria: Uma mulher de 74 anos morreu após ser atropelada na noite de sexta-feira em Santa Maria, na região Central. Rosa Saturnino da Rosa foi atingida por um veículo enquanto tentava atravessar a rua. Ela foi encaminhada ao Hospital de Caridade da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.

Na Serra, colisão entre um carro e uma carreta matou uma pessoa na manhã deste domingo










CULINÁRIA GAÚCHA

Rabada ao vinho tinto





Ingredientes:

molho

2 colheres (sopa) de azeite de oliva

2 dentes de alho amassados

1 cebola picada

2 tomates (sem pele) picados

1/2 xícara (chá) de vinho tinto seco

1 tablete de caldo de carne

3 colheres (sopa) de salsinha picada

sal e pimenta-vermelha a gosto



1kg de rabada de boi cortada pelas juntas

2 colheres (sopa) de óleo

4 dentes de alho amassados

2 folhas de louro



Modo de Preparo:

Em uma panela grande coloque a rabada e cubra com água. Deixe ferver por 10 minutos para retirar o excesso de gordura. Escorra a água e reserve. Em uma panela de pressão grande, aqueça o óleo e doure o alho. Acrescente a rabada, o louro e 1 litro de água fervente. Deixe cozinhar por 40 minutos ou até que a carne esteja macia, mas sem soltar do osso. Se for necessário, acrescente mais água. Escorra toda a água e reserve. Molho: em uma panela, aqueça o azeite e doure o alho e a cebola. Junte os tomates, o vinho e o tablete de carne e cozinhe por cerca de 10 minutos. Coloque a rabada no molho e cozinhe por mais 10 minutos. Salpique com a salsinha, coloque em um refratário e sirva em seguida.

sábado, julho 30, 2011

GOVERNO PROMOVE INTERIORIZAÇÃO EM SANTANA DO LIVARAMENTO

Livramento foi palco da 6ª edição da Interiorização do Governo Estadual



No dia 29 de julho, o Governo do Estado se deslocou da capital gaúcha para Santana do Livramento. A interiorização foi marcada por reuniões e debates públicos onde o governador Tarso Genro transfere o conjunto do seu secretariado para uma determinada região, a fim de abordar temas de interesse local e regional, além de propiciar o encontro do Governo com as mais diversas regiões e culturas do nosso estado.

A sexta edição da interiorização teve como tema a ampliação das relações bilaterais entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai. Além da agenda que foi construída com a região da Fronteira e o país vizinho, o governo também ouviu os santanenses para definir conjuntamente alguns dos assuntos que foram tratados no dia 29.

Desenvolvimento econômico, atração de investimentos, políticas sociais, inovação tecnológica, cooperação internacional foram agenda do Governo e que receberam contribuições da cidadania.






MÚSICA NO BLOG 2

            JTHRO TULL

Jethro Tull é uma banda de rock formada em Blackpool em 1967.[1] Sua música é caracterizada pelas letras, o estilo vocal cheio de maneirismos e o trabalho único na flauta de seu líder Ian Anderson, além de uma complexa e pouco usual construção musical.


Inicialmente calcado no estilo blues rock, o Jethro Tull eventualmente incorporou a seu som elementos de música clássica, folk, jazz e art rock.



A banda vendeu mais de 60 milhões de discos ao redor do mundo.

Os primórdios da bandaO grupo passou pelo seu "calvário" em clubes britânicos nos anos 1960, com uma formação instável que eventualmente se cristalizaria em Ian Anderson (vocais, flauta, violão e mais tarde diversos outros instrumentos), Mick Abrahams (guitarra), Glenn Cornick (baixo) e Clive Bunker (bateria). A princípio a banda passou por inúmeras mudanças de nome para conseguir mais shows. Jethro Tull foi o que acabou ficando depois que conseguiram um contrato com uma gravadora (o nome vem do agricultor Jethro Tull que inventou a semeadeira). Os empresários então sugeriram que Abrahams assumisse os vocais e a guitarra e que a flauta fosse eliminada, relegando Anderson ao piano rítmico. Depois de uma sucessão de compactos mal sucedidos, eles lançam This Was em 1968, altamente influenciado pelo blues e composto por Anderson e Abrahams.




Depois desse álbum, Abrahams deixou o grupo, (formando sua própria banda, Blodwyn Pig), devido principalmente à "diferenças musicais" (Abrahams preferia continuar tocando blues, que Anderson tachava de estilisticamente limitado e de vocabulário restrito aos ingleses de "classe média"). Depois de uma série de audições (ao contrário de rumores, tais audições não contaram com Tony Iommi do Black Sabbath, que na verdade só concordou em aparecer no Rock'n'Roll Circus dos Rolling Stones para tocar "A Song For Jeffrey"), o ex-integrante das bandas Motivation, Penny Peeps e Gethsemane Martin Barre foi contratado como o novo guitarrista. Barre se tornaria o segundo integrante mais antigo da banda depois de Anderson.



 Rock progressivo

Esta nova formação lançou Stand Up em 1969. Composto inteiramente por Anderson (com exceção de "Bouree", de Johann Sebastian Bach, aqui adaptada para um formato jazzístico), demonstrava o abandono do blues em favor do nascente estilo progressivo, então em desenvolvimento por grupos como King Crimson, The Nice e Yes. Em 1970 eles adicionaram o tecladista John Evan, embora tecnicamente ele fosse apenas um músico convidado, e lançaram o álbum Benefit.



O baixista Cornick abandonou a banda logo após Benefit, sendo substituído por Jeffrey Hammond-Hammond, e esta formação lançou em 1971 o trabalho mais conhecido da carreira do Tull: Aqualung. O álbum é uma combinação de rock pesado focado em temas como párias sociais e cultos religiosos mesclados a experimentos acústicos sobre a vida mundana do cotidiano. Aqualung é adorado e odiado em iguais proporções, embora a faixa título e "Locomotive Breath" sejam constantes em rádios de rock clássico.



Quem saiu em seguida foi o baterista Bunker, substituído por Barriemore Barlow, e o álbum de 1972 da banda foi Thick as a Brick. Trata-se de um álbum conceitual consistindo de uma única longa música separada entre os dois lados do LP, com um número de movimentos integrados e alguns temas repetidos. O quinteto deste álbum - Anderson, Barre, Evan, Hammond-Hammond e Barlow - foi a formação mais duradoura do Tull, permanecendo a mesma até 1975.



1972 também viu o lançamento de Living in the Past, um álbum duplo compilando os compactos, lados-B e sobras de estúdio da banda, com um dos lados sendo gravado ao vivo em 1970. Com exceção das faixas ao vivo, esse é considerado pela maioria dos fãs do Tull como o seu melhor lançamento. A faixa título foi um dos compactos de maior sucesso do grupo.



Em 1973 a banda tentou gravar um álbum duplo (exilada em Chateau d'Herouville para se livrar dos impostos, o mesmo que os Rolling Stones e Elton John, entre outros, estavam fazendo na época), mas, supostamente insatisfeitos com a qualidade do estúdio, abandonaram o projeto. Ao invés disso gravaram rapidamente e lançaram A Passion Play, outro álbum conceitual de uma só música, com letras bastante alegóricas. Depois de anos de popularidade crescente para a banda, A Passion Play vendeu relativamente bem mas acabou recebendo diversas críticas negativas.[2] Até então Anderson tinha um relacionamento amigável com a imprensa de rock, mas este álbum acabou marcando um ponto de transição para o Tull. Sua unanimidade entre os críticos diminuiu, seguida pelo declínio de popularidade entre o público. War Child (1974), contudo, recebeu críticas favoráveis, e produziu o sucesso "Bungle in the Jungle". Também traz uma certa canção, "Only Solitaire", supostamente dirigida a um compositor que estava entre os mais árduos críticos de Anderson.



Em 1975 a banda lançou Minstrel in the Gallery, um álbum que lembrava Aqualung em seu trabalho bombástico encabeçado pela guitarra de Barre em contraste às peças acústicas mais leves. Depois desse álbum, Hammond-Hammond saiu da banda, sendo substituído por John Glascock.



Too Old to Rock And Roll, Too Young to Die!, de 1976, foi outro álbum conceitual, desta vez sobre a vida de um roqueiro de meia idade. Anderson, atormentado pelas críticas (particularmente as de A Passion Play), respondeu com mais versos afiados. A imprensa pareceu não perceber a alfinetada, e ao invés disso quis saber se o título do álbum era autobiográfico - uma acusação que Anderson negou veementemente.


 Folk rock

A banda fechou a década com um trio de álbuns de folk rock, Songs from the Wood, Heavy Horses e Stormwatch. Songs from the Wood foi o primeiro álbum do Tull a receber críticas na maioria positivas desde a época de Benefit e Living in the Past.



A banda teve longos flertes com os roqueiros folk do Steeleye Span. Embora não formalmente considerada como parte do movimento folk-rock (que na verdade começou quase uma década antes com o advento do Fairport Convention), havia claramente várias trocas de idéias musicais entre o Tull e os roqueiros folk. Durante esta época, David Palmer, que havia feito alguns arranjos de cordas nos primeiros álbuns do Tull, entrou oficialmente para a banda, tocando principalmente teclado.



O baixista Glascock morreu em 1979 depois de uma cirurgia no coração, e Stormwatch teve de ser finalizado sem ele (Anderson foi o baixista em algumas das faixas). Ian decide então gravar seu primeiro disco solo.



[editar] Rock eletrônicoPor pressão da gravadora, Anderson lançou seu disco solo como um álbum do Tull em 1980. Intitulado A, apresentava Barre na guitarra, Dave Pegg no baixo e Mark Craney na bateria. Com uma pegada mais eletrônica, trazida pelo tecladista convidado Eddie Jobson, soava e parecia completamente diferente de tudo lançado pelo Tull até então.



Craney debandou após a turnê de A e o Tull entrou em um período de trocas frequentes de baterista (principalmente entre Gerry Conway e Doane Perry). Peter-John Vettese substituiu Jobson nos teclados e a banda retornou ao som folk - embora com sintetizadores - lançando The Broadsword and the Beast em 1982. 1981 marcou o primeiro ano na história do grupo em que eles não lançaram um álbum.



Em 1984 o Jethro Tull lançou Under Wraps, um álbum fortemente calcado no eletrônico. Embora a banda estivesse supostamente orgulhosa do som, o disco não foi bem recebido e como resultado disso (ou do problema de garganta adquirido por Anderson cantando as músicas de Under Wraps na turnê do disco, ou por ambos os motivos), o Tull entrou em um hiato de três anos durante os quais Ian começou uma bem sucedida carreira de criador de salmão.



 A era moderna

Ao vivo em Nápoles, 1997.O Tull voltou mais forte do que se poderia esperar com Crest of a Knave, em 1987. Com a ausência de Vettese (Anderson contribuiu com a programação dos sintetizadores) e se firmando mais na guitarra de Barre como não acontecia desde os anos 1970, o álbum acabou sendo um sucesso de crítica e de vendas. Eles ganhariam um Grammy em 1989 como melhor "Performance de Rock Pesado/Metal", derrotando os favoritos Metallica. O prêmio foi particularmente controverso pois muitos não consideram o Jethro Tull como uma banda de rock pesado, muito menos de heavy metal. O fato de este ser o primeiro Grammy dado ao rock pesado foi visto pelos fãs do estilo como um insulto (depois disso, e talvez por culpa disso, nos anos seguintes prêmios separados seriam entregues aos melhores do rock pesado e do heavy metal). Em resposta às críticas pelo prêmio, a banda supostamente pagou um anúncio em um periódico musical britânico com a frase "A flauta é um instrumento de metal pesado.".[3] O estilo de Crest foi comparado ao dos Dire Straits, em parte por Anderson, que parecia não mais ter o alcance vocal de antes.



Desde então a banda têm lançado uma variedade de álbum de estilo similiar à Crest, mas também incorporando mais influências folk. O mais notável é A Little Light Music, de 1992, um álbum em grande parte acústico que foi bem recebido pelos fãs devido à suas versões diferentes de muitas composições antigas.



Anderson lançou vários discos solo desde o começo dos anos 1980 e nos anos 1990 Barre também deu início a uma carreira solo. Anderson e Barre permaneceram como o centro da banda (Peggy finalmente saiu em 1995, sendo substituído por Jonathan Noyce). Em 1996 uma combinação de artistas de rock progressivo lançaram um tributo ao Tull, To Cry You a Song, que incluía contribuições de diversos ex-integrantes da banda.



A banda entrou no século XXI e continua a lançar álbuns inéditos com o passar dos anos. Neste princípio dos anos 2000 a voz de Anderson parece estar retomando um pouco do seu antigo alcance.



 Discografia[editar] Álbuns de estúdio1.This Was (1968)

2.Stand Up (1969)

3.Benefit (1970)

4.Aqualung (1971)

5.Thick as a Brick (1972)

6.A Passion Play (1973)

7.War Child (1974)

8.Minstrel in the Gallery (1975)

9.Too Old to Rock 'n' Roll: Too Young to Die! (1976)

10.Songs from the Wood (1977)

11.Heavy Horses (1978)

12.Stormwatch (1979)

13.A (1980)

14.Broadsword and the Beast (1982)

15.Under Wraps (1984)

16.A Classic Case (1985) (álbum orquestral cover)

17.Crest of a Knave (1987)

18.Rock Island (1989)

19.Catfish Rising (1991)

20.Roots to Branches (1995)

21.J-Tull Dot Com (1999)

22.The Jethro Tull Christmas Album (2003)

[editar] ColetâneasLiving in the Past (1972)

M.U. - The Best of Jethro Tull (1976)

Repeat - The Best of Jethro Tull - Vol II (1977)

Original Masters (1985)

20 Years of Jethro Tull (1988)

20 Years of Jethro Tull: Highlights (1988)

25th Anniversary boxed set (1993)

The Best of Jethro Tull (1993)

Nightcap (1993)

The Ultimate Set (1997)

Through the Years (1998)

Collection (1998)

The Very Best of Jethro Tull (2001)

The Essential Jethro Tull (2003)

The Best of Acoustic Jethro Tull (2007)

 Ao vivoGolders Green Hippodrome England (1977)

Bursting Out (1978)

Live at Hammersmith '84 (1990)

A Little Light Music (1992)

Living with the Past (2002)

Nothing Is Easy: Live at the Isle of Wight 1970 (2004)

Aqualung Live (2005)

Live at Montreux 2003 (2 VídeosSlipstream (1981)

20 Years of Jethro Tull (1988)

25th Anniversary Video (1994)

Living with the Past (2002)

A New Day Yesterday (2003)

Nothing Is Easy: Live at the Isle of Wight 1970 (2005)

Ian Anderson Plays the Orchestral Jethro Tull (2005)

Live at Montreux 2003 (2007)

Jethro Tull Box (2007)

Jack in the Green: Live in Germany 1970-1993 (2008)

Classic Artists : Jethro Tull - Their Fully Authorized Story (2009)


 Integrantes

 Formação atual Ian Anderson (1968-presente) (gaita, violão, guitarra, flauta, mandolin, vocais)

Martin Barre (1969-presente) (guitarra, flauta)

Doane Perry (1984-presente) (bateria)

John O'Hara (2007-presente) (teclado)

David Goodier (2007-presente) (baixo)

OutrosBateristas

Clive Bunker (1968-1971)

Barriemore Barlow (1971-1980)

Mark Craney (1980-1981)

Phil Collins (1982) (no evento Prince's Trust Gala)

Gerry Conway (1982, 1987)

Paul Burgess (1982) (apenas na turnê)

Dave Mattacks (1991-1992)

Baixistas

Glenn Cornick (1968-1970)

Jeffrey Hammond-Hammond (1970-1975)

John Glascock (1975-1979)

Tony Williams (1978) (substituto temporário de Glascock)

Dave Pegg (1979-1995)

Jonathan Noyce (1995-2007)

Tecladistas

John Evan (1970-1980)

David Palmer (1976-1980)

Eddie Jobson (1980-1981)

Peter-John Vetesse (1982-1985)

Martin Allcock (1988-1992)

Andrew Giddings (1991-2007)

Guitarristas

Mick Abrahams (1968)

Tony Iommi (1968) (apenas na apresentação dublada no Rolling Stones' Rock and Roll Circus)

 Referências na cultura popularNa série infantil brasileira A Turma da Garrafinha, o personagem Musicão aparece na maioria das vezes cantarolando o riff de 'Aqualung'.

Em um episódio da série Friends, Phoebe revela que possui um caderno aonde anota todos os homens com quem já saiu. Uma das anotações é Jethro Tull - fica implícito que ela saiu com a banda inteira.

No filme Armageddon, o personagem de Owen Wilson, Oscar, ao ser perguntando pelo psicológo sobre qual era a coisa que mais o irritava, diz que é "gente que acha que Jethro Tull é o nome de um dos membros da banda".

Em um episódio da série Everybody Loves Raymond, é revelado que Robert fugiu de casa para ver um show do Jethro Tull, e, após ficar bêbado, ficou "disposto a bater em qualquer um que não concordasse que 'Bungle in the Jungle' era a melhor música já feita".

Na música Samba do Approach, Zeca Baleiro diz: "Já fui fã do Jethro Tull, hoje me amarro no Slash".

Na série de TV That 70s Show, o personagem Steven Hyde frequentemente usa camisas de bandas da época, e em alguns episódios ele aparece com a camisa da banda.

No filme O Paizão o personagem Sonny fala para o pai que deixou de levar sua tia para conhecer a cidade de Nova York porquê no mesmo dia havia um concerto do Jethro Tull em sua cidade .












domingo, julho 11, 2010

DESRESPEITO A NATUREZA

O problema do lixo no Moinhos E no Mundo!!


Em 27 de outubro de 2009, fiz a primeira postagem sobre esse lixo que brinda o bairro. Em 15 de janeiro deste ano, outro post, iniciando o ano e mostrando que tudo seguia igual. As matérias foram publicadas no ZH Moinhos e, junto, o contraponto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) e o de alguém que atribuía o pecado do lixo ao vizinho da frente, sem olhar para sua calçada. O DMLU disse que a lei previa isso, aquilo, aquele outro…

Hoje, ontem, anteontem, não importa o dia, tudo segue como antes. E amanhã? E a multa? E o respeito? E a comunidade? E a lei? Onde está tudo isso?

Quantas fotos, quantas postagens, quantas tiragens impressas serão necessárias para que a lei seja cumprida, para que a lei seja empregada pelo órgão competente? Será que sou a única moradora do bairro que se incomoda com essa imundice? Com todos esses tipos de imundice que se vê espalhadas por nossas ruas?
(REPRODUÇÃO DA PARTE DE UM TEXTO DE ZH E DE UMA BLOGUEIRA)




terça-feira, junho 29, 2010

COPA 2010

Físicos explicam aerodinâmica da Jabulani, a bola da Copa

"A Jabulani tem uma textura com pequenos sulcos e 'aero ranhuras', e representa uma ruptura radical com a bola Teamgeist ultra-suave, que foi utilizada na última Copa do Mundo."
Aerodinâmica da Jabulani

Dois físicos da Universidade de Adelaide, na Austrália, especializados em aerodinâmica, fizeram uma palestra nesta quarta-feira, explicando porque a bola da Copa do Mundo da África Sul tem diferenças reais em relação às suas antecessoras.

Segundo Derek Leinweber e Adrian Kiratidis, que já estudaram a aerodinâmica de bolas de futebol, golfe, críquete e vários outros esportes, as manifestações dos jogadores sobre a Jabulani têm razões bem mais profundas do que simplesmente agradar este ou aquele patrocinador.

Bola rápida e imprevisível

A nova bola é de fato mais rápida, faz curvas de forma imprevisível e é sentida como sendo mais dura no impacto. Os físicos afirmam que a maior dificuldade em lidar com a Jabulani deverá ser sentida pelos goleiros.

"Embora a Fifa tenha normas rígidas sobre o tamanho e o peso das bolas, eles não dispõem de regulamentação sobre a superfície externa das bolas.

"A Jabulani tem uma textura com pequenos sulcos e 'aero ranhuras', e representa uma ruptura radical com a bola Teamgeist ultra-suave, que foi utilizada na última Copa do Mundo," disse o professor Leinweber.

Diferenças da Jabulani

"A Teamgeist foi uma grande tacada na última Copa do Mundo. Como ela era muito lisa - muito mais lisa do que uma bola de futebol comum - ela tinha uma tendência a seguir uma trajetória mais curva do que a bola convencional, e a cair mais repentinamente no fim da sua trajetória.

"Em comparação, os sulcos aerodinâmicos na Jabulani têm tendência a criar uma turbulência em volta da bola suficiente para sustentar seu voo por uma distância maior, e é uma bola mais rápida, mais dura no jogo.

"A expectativa é que a Jabulani faça mais curvas do que qualquer bola encontrada anteriormente. Os jogadores também estão descobrindo novas oportunidades para lançar a bola de maneira errática, para desespero dos melhores goleiros do mundo. Ao atingir o goleiro, a Jabulani terá desviado e mergulhado, chegando com mais força e energia do que a Teamgeist".

domingo, junho 27, 2010

ADMINISTRAÇÃO- Temas Relacionados

LIDERANÇA

A liderança não deve ser confundida com direção nem com gerência. Um bom administrador deve ser necessariamente um bom líder. Por outro lado, nem sempre um líder é um administrador. Na verdade, os líderes devem estar presentes no nível institucional, intermediário e operacional das organizações. Todos os setores de uma organização deverão ter um líder.
A liderança é um fenômeno tipicamente social definido como uma influência interpessoal exercida numa dada situação e dirigida através do processo de comunicação humana para a consecução de um ou mais objetivos específicos.
Teorias sobre Liderança
Teorias de Traços de Personalidade

As mais antigas teorias sobre liderança se preocupavam em identificar os traços de personalidade capazes de caracterizar os líderes. O pressuposto era que se poderia encontrar um número finito de características pessoais, intelectuais, emocionais e físicas que identificassem os líderes de sucesso, como:

• Habilidade de interpretar objetivos e missões;
• Habilidade de estabelecer prioridades;
• Habilidade de planejar e programar atividades da equipe;
• Facilidade em solucionar problemas e conflitos;
• Facilidade em supervisionar e orientar pessoas;
• Habilidade de delegar responsabilidades para os outros.

CRÍTICAS
As críticas à teoria de traços de personalidade residem em dois aspectos principais. O primeiro é que as características de personalidade são geralmente medidas de maneira pouco precisa. O segundo é que essa teoria não considera a situação dentro da qual atua a liderança, ou seja, os elementos do ambiente que são importantes para determinar quem será um líder eficaz. Alguns traços de personalidade são importantes em certas situações, mas não em outras. Um líder de empresa pode ser o último a falar em casa. Muitas vezes é a situação que define um líder. Quando a situação se modifica, a liderança passa para outras mãos.

Teoria Sobre Estilos de Liderança

Um dos mais populares expoentes da teoria comportamental, Douglas McGregor, publicou um livro clássico, em que procura mostrar com simplicidade que cada administrador possui uma concepção própria a respeito da natureza das pessoas que tende a moldar o seu comportamento em relação aos subordinados. Ele chegou à conclusão de que há duas maneiras diferentes e antagônicas de encarar a natureza humana. Uma delas é antiga e negativa, baseada na desconfiança nas pessoas. A outra é moderna e positiva, baseada na confiança nas pessoas. McGregor denominou-as, respectivamente, Teoria X e Teoria Y.

Teoria X

O administrador que pensa e age de acordo com a Teoria X tende a dirigir e controlar os subordinados de maneira rígida e intensiva, fiscalizando seu trabalho, pois considera que as pessoas são passivas, indolentes, relutantes e sem qualquer iniciativa pessoal. Nesse estilo de liderança, o administrador pensa que não se deve confiar nas pessoas, porque elas não têm ambição e evitam a responsabilidade. Ele não lhes delega responsabilidades porque acredita que elas são dependentes e preferem ser dirigidas. Com todas essas restrições, o administrador cria um ambiente autocrático de trabalho, uma atitude de desconfiança, vigilância e controle coercitivo que não estimula ninguém a trabalhar. Pessoas tratadas dessa maneira tendem naturalmente a responder com falta de interesse e de estímulo, alienação, desencorajamento, pouco esforço pessoal e baixa produtividade, situação que vai reforçar o ponto de vista do administrador, fazendo-o aumentar ainda mais a pressão, a vigilância e a fiscalização. A ação constrangedora do administrador provoca reação acomodada das pessoas. Quanto mais ele obriga, tanto mais elas tendem a se alienar em relação ao trabalho.

Teoria Y

Já o administrador que pensa e age de acordo com a teoria Y, tende a dirigir as pessoas com maior participação, liberdade e responsabilidade no trabalho, pois considera que elas são aplicadas, gostam de trabalhar e têm iniciativa própria. Ele tende a delegar e a ouvir opiniões, pois acredita que as pessoas sejam criativas e habilidosas. Compartilha com elas os desafios do trabalho, porque pensa que elas são capazes de assumir responsabilidades, com autocontrole e autodireção no seu comportamento. Esse estilo de administrar tende a criar um ambiente democrático de trabalho e oportunidades para que as pessoas possam satisfazer suas necessidades pessoais mais elevadas através do alcance dos objetivos organizacionais. Pessoas que trabalham com respeito, confiança e participação tendem a responder com iniciativa, prazer em trabalhar, dedicação, envolvimento pessoal, entusiasmo e elevada produtividade em seu trabalho. A situação impulsionadora do administrador provoca uma reação empreendedora das pessoas. Quanto mais ele impulsiona, tanto mais elas tendem a tomar iniciativa e responsabilidade no trabalho.

Onde se situar? Qual o estilo de liderança a adotar? Essa questão é simples. Em um modelo burocrático, provavelmente a teoria X seria a mais indicada como estilo de liderança para submeter rigidamente todas as pessoas às regras e regulamentos vigentes. Porém, na medida em que se adota um modelo adaptativo, a teoria Y torna-se imprescindível para o sucesso organizacional. Contudo, independentemente do modelo organizacional, o mundo moderno está abandonando a teoria X e trocando-a definitivamente pela teoria Y.

“Fico decepcionado
quando observo muitos gerentes preocupados em causar uma boa
impressão ao chefe, em vez de se empenharem em fazer a coisa certa
para as pessoas que lideram”.
“Observo pais tentando ser os “melhores amigos” dos filhos em
vez de proporcionarem a liderança de que precisam, com limites, amor,
feedback e disciplina – ou seja, tudo aquilo de que os filhos
desesperadamente precisam para serem pessoas melhores”.
“Conheço líderes em igrejas e sinagogas que parecem mais
preocupados com a freqüência semanal e considerações orçamentárias
do que em ser o líder de que suas congregações necessitam”.
“Muitos
dizem apenas as coisas que as pessoas querem ouvir, em vez do que
elas precisam ouvir, porque não tem coragem moral de contrariá-las,
com receio de que cancelem suas contribuições e/ ou apoio”.

“Liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem
entusiasticamente visando atingir objetivos comuns,
inspirando confiança por meio da força do caráter”.



MOTIVAÇÃO

É o processo de influenciar uma pessoa ou grupo, cada qual com suas necessidades distintas a atingir os objetivos da organização, enquanto tenta também atingir objetivos pessoais

É muito difícil conquistar metas e objetivos se ela simplesmente não existe em nosso vocabulário de um administrador.


RESUMO DE TEORIAS DO CONTEÚDO DA MOTIVAÇÃO

As teorias de conteúdo da motivação concentram-se nas necessidades internas que motivam o comportamento. Num esforço para reduzir ou satisfazer suas necessidades, as pessoas agem de determinadas maneiras. Esta abordagem é associada a pensadores como Maslow, McGregor, Herzberg, Atkinson e McClelland.


A HIERARQUIA DAS NECESSIDADES DE MASLOW:

A hierarquia das necessidades de Abraham Maslow, provavelmente recebeu mais atenção dos administradores do que qualquer outra teoria da motivação, já que classifica as necessidades humanas de modo lógico e conveniente, com implicações importantes para os administradores.

Maslow via a motivação humana como uma hierarquia de cinco necessidades, que iam desde as necessidades mais básicas as mais elevadas de auto-realização.

De acordo com Maslow, os indivíduos serão motivados a satisfazer a necessidade que para eles estiver preponderante, dependendo da situação que estiver inserida. Partindo das necessidades físicas, que são as mais básicas, cada necessidade deve ser ao menos parcialmente satisfeita antes do indivíduo desejar satisfazer uma necessidade no próximo nível acima.

Uma conclusão óbvia da teoria de Maslow é que os colaboradores de uma organização precisam de um salário suficiente para alimentar, abrigar e proteger a si mesmos e às suas famílias de um modo satisfatório, bem como de um ambiente de trabalho seguro, antes dos administradores os oferecerem incentivos destinados a dar-lhes estima, sentimentos de participação ou oportunidades de crescimento. As necessidades de segurança incluem estabilidade no trabalho, estar livre de coação ou de tratamento e regras arbitrárias.

Na organização moderna tanto as necessidades fisiológicas como as de estabilidade são em geral (mas nem sempre) atendidas satisfatoriamente. O aspecto seguinte na hierarquia é a necessidade de participar e de ser amado. Isso é sentido com mais força dentro da família, mas também afeta o ambiente de trabalho. A não ser que se vejam como parte integrante da organização, os empregados irão sentir-se frustrados por uma necessidade de participação não atendida e provavelmente não responderão às oportunidades e incentivos de ordem mais elevadas.

Maslow descreveu dois tipos de necessidades de estima, o desejo de realização e competência e o desejo de status e reconhecimento. Em termos organizacionais, as pessoas querem ser boas em seus trabalhos; também querem sentir que estão realizando algo importante quando realizam esse trabalho. Os administradores, podem atender aos dois tipos de necessidades de estima, proporcionando trabalhos que desafiem e que envolvam os colaboradores no estabelecimento de objetivos e nas decisões.


A TEORIA DE FREDERICK HERZBEG:

Herzberg concluiu que a satisfação e a insatisfação no trabalho decorrem de dois conjuntos separados de fatores. Essa teoria foi chamada de teoria dos dois fatores.

Entre os fatores de insatisfação estavam o salário, as condições de trabalho e a política da empresa, todos eles afetavam diretamente o contexto em que o trabalho era realizado. O mais importante desses fatores é a política da empresa, que segundo muitos indivíduos pode ser uma grande causa de ineficiência e ineficácia. Os pontos positivos atribuídos a esses fatores não levavam à satisfação no trabalho, mas meramente à ausência de insatisfação.

Entre os fatores de satisfação (fatores motivantes) estão a realização, o reconhecimento, a responsabilidade e o progresso, todos eles relacionados ao conteúdo do trabalho e às recompensas ao desempenho profissional.





inspirando confiança por meio da força do caráter”.